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Preços da soja voltam a ficar perto de R$ 200 em praças brasileiras

Contratos com entrega em agosto fecharam com alta de 8,75 centavos de dólar por bushel ou 0,57% a US$ 15,22 por bushel
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Agência Safras


Os preços da soja reagiram na maioria das praças nesta segunda-feira (11), resultado da combinação de cotações futuras em alta em Chicago e valorização do dólar frente ao real. O ritmo dos negócios melhorou, mas ainda é moderado. Negociadores aguardam o relatório desta terça-feira (12) do USDA.
  • Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos subiu de R$ 192,50 para R$ 194,00
  • Região das Missões: a cotação subiu de R$ 190,50 para R$ 191,00
  • Porto de Rio Grande: o preço aumentou de R$ 194,50 para R$ 198,50
  • Cascavel (PR): o preço aumentou de R$ 186,50 a saca para R$ 191,50
  • Porto de Paranaguá (PR): a saca subiu de R$ 193,00 para R$ 198,00
  • Rondonópolis (MT): a saca passou de R$ 170,00 para R$ 174,00
  • Dourados (MS): a cotação avançou de R$ 174,50 para R$ 177,00
  • Rio Verde (GO): a saca aumentou de R$ 170,00 para R$ 173,00
Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais altos, mas abaixo das máximas do dia. Foi a quarta sessão seguida de alta. 

A preocupação com o clima seco em parte do Meio Oeste dos Estados Unidos e um movimento de posicionamento de carteiras na véspera do relatório de julho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) garantiram a alta. Mas a aversão ao risco no financeiro e a preocupação com a demanda chinesa reduziram os ganhos no final da sessão.

O Departamento deve reduzir a sua estimativa para a safra e os estoques finais de soja dos Estados Unidos em 2022/23. Os estoques para 2021/22 deverão ser elevados. O relatório de julho será divulgado na terça, 12, às 13hs.

Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em produção de 4,515 bilhões de bushels em 2022/23. Em junho, a previsão ficou em 4,64 bilhões de bushels. No ano passado, a safra somou 4,435 bilhões de bushels.

Para os estoques finais, o mercado indica número de 214 milhões para a temporada 2022/23 e de 215 milhões para 2021/22. Em junho, a previsão do USDA era de 280 milhões e 205 milhões, respectivamente.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2022/23 de 99,2 milhões de toneladas, contra 110,5 milhões estimados em junho. Para 2021/22, a aposta é de estoques subindo de 86,2 milhões para 86,4 milhões de toneladas.

Para o Brasil, o USDA deve indicar safra de 125,9 milhões de toneladas para 2021/22, abaixo dos 126 milhões previstos em junho. A produção argentina deverá ser  indicada em 43,3 milhões, abaixo dos 43,4 milhões indicados no relatório do mês passado.

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 8,75 centavos de dólar por bushel ou 0,57% a US$ 15,22 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 14,05 por bushel, com ganho de 8,50 centavos ou 0,6%.

Nos subprodutos, a posição agosto do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,37% a US$ 432,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em agosto fecharam a 63,72 centavos de dólar, com alta de 1,13 centavo ou 1,8%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 1,97%, cotado a R$ 5,3720. O driver da sessão foram os novos casos de Covid na China, o que deve afetar a recuperação econômica do país asiático, além de aumentar o receio de uma recessão mundial.
 
Foto: Reprodução
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  •   Fonte: Agência Safras  
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  •   12 de Julho de 2022  


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